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by regina 2 years, 10 months ago

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PEDAGOGIA MODALIDADE A DISTÂNCIA
EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
PROFESSORA: LILIANA PASSERINO
POLO DE SAPIRANGA
ALUNA: REGINA KRAMER WENDT
ESTE É O MEU NOVO PBWIKI

NOVAS APRENDIZAGENS NOVAS EXPECTATIVAS
DOSSIÊ DE INCLUSÃO

RELATÓRIO SOBRE ALUNOS DE INCLUSÃO
Durante a minha tájetória de professora estadual lembo-me de um aluno, que possuia distúrbios emocionais em 1995, em que a Escola era muito precária em profissionais e atendimento fora da escola como médicos psicólogos e mais.
Assim me virava como podia com esse menino, dando atenção, muito carinho porque além disso seus pais separados e um de seus irmãos estar preso. Uma família com muitas dificuldades Sei que seus desenhos eram muito carregados, seus coleguinhas não brincavam com ele porque era agressivo e difícil. Procurei ajustá-lo e que seus colegas o respeitassem. Por um tempo consegui ensinar certos objetivos a ele, com minha pouca experiência de magistério .Esse menino desde cedo na escola provocou muitos problemas , se nessa época tivéssemos preparo apoio e ver que o ajuste é possível talvez na sua adolescencia esse aluno não teria se suicidado.
Não me lembro de outras situações com alunos de inclusão mas sei de uma colega que teve um aluno com problema cardíaco e seguidamente sofre convulsões ele é normal mas depende de cuidaos até emocionais, pos não pode saber que tem prova que ele entra em pânico,é com grandes ajustes que ela atende junto com os demais, sabendo que existem profissionais mas a prioridade é atender as escolas municipais.

APÓS A AULA PRESENCIAL ME LEMBREI DE ALGUNS ALUNOS QUE POSSUIA QUANDO TRABALHAVA EM UM CIEP NESTE ESTADO.
LÁ A REALIDADE ERA MUITO DIFÍCIL E POBRE ALUNOS COM VÁRIAS DIFICULDADES E NECESSIDADES PRINCIPALMENTE A FALTA DE ALIMENTAÇÃO.TIVE UM A LUNO ONDE A MÃE MANDAVA A CRIANÇA PARA A CIDADE PEDIR ESMOLAS E DAR O DINHEIRO EM CASA E QUANDO VINHA PARA A SALA ESTAVA TODO IMUNDO NÃO PRESTANDO ATENÇÃO NOS ESTUDOS, MUITO TRISTE , EU O ADMIRAVA COM O SEU PEQUENO PORTE, O AMAVA PELA SUA DIFERENÇA AJUDANDO-O NO QUE PODIA. UM DIA ME CONTOU QUE SUA MÃE O SURRAVA MUITO, ENCAMINHEI O PROBLEMA A DIREÇÃO E ALGUMA COISA FOI FEITA, MAS QUASETODOS O ALUNOS TINHAM ESSES PROBLEMAS.DEPOIS DE SAIR DE LÁ PENSO COMO ESTÃO ESTAS CRIANÇAS, É NA INFÂNCIA QUE APARENCEM OS PROBLEMAS QUE PODEM ESTAR PRESENTES NA VIDA ADULTA E HOJE EU TENHO UM OUTRO OLHAR PARA MEUS ALUNOS.

Escolas especiais e atendimentos especializados em Sapiranga.
Atuo na escola Instituto Estadual Coronel Genuíno Sampaio, de Sapiranga, onde temos em média 1600 alunos desde o Primeiro Ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio. Existem algumas crianças com necessidades especiais, outras com dificuldades de aprendizagens. Com um número de 1.600 alunos com necessidades especiais temos 10, aproximadamente analisando do primeiro ao sexto ano. Como a escola está centralizada e perto de escolas especializadas como a APADA e as escolas municipais os pais optam em favorecer as crianças com com necessidades especiais para compartilhar com os seus serviços.
No nosso município ( Sapiranga) temos a Apae,que trabalha com aproximadamente 140 alunos portadores de necessidades especiais da mais diversas na sua própria sede, onde dão assistência clínica na área da Psicologia ) . A escola oferece Ciclos de aprendizagens, Projetos de Inclusão tendo parceria com a SMED, escolas municipais e estaduais, acompanhamento clínico e pedagógico. Possui também a Escola Especial recanto Esperança que oferece um espaço onde as potencialidades são trabalhadas, respeitando o ritmo de cada um. Também a APADA , uma instituição social, atendendo crianças de 3 a 26 anos com problemas auditivos. Atualmente atendendo 58 crianças.
O NAE (Núcleo de Atendimento ao Educando), também funciona com profissionais qualificados, professores, psicólogos, psicopedagoga e fonoaudióloga, os alunos têm atendimento no turno oposto ao que estudam na escola regular em que estão matriculados. Este ano a Prefeitura está oferecendo transporte, pois no ano anterior alguns de nossos alunos perderam sua vaga por falta de condições em se deslocarem para o NAE, que havia sido transferido do bairro centro para uma Escola Municipal em outro bairro, bastante afastado de nossa escola.
O CAE (Centro de Atendimento Especializado), que atende diversos alunos da rede Municipal e Estadual no turno oposto ao que estão matriculados em suas escolas, atendendo suas necessidades específicas para auxiliá-los em suas dificuldades no processo de aprendizagem;
A CLÍNICA, que conta com dois psicólogos, uma fonoaudióloga, três fisioterapeutas (uma específica para estimulação precoce) e um neurologista.
O NAE (Núcleo de Atendimento ao Educando), também funciona com profissionais qualificados, professores, psicólogos, psicopedagoga e fonoaudióloga, os alunos têm atendimento no turno oposto ao que estudam na escola regular em que estão matriculados. Este ano a Prefeitura está oferecendo transporte, pois no ano anterior alguns de nossos alunos perderam sua vaga por falta de condições em se deslocarem para o NAE, que havia sido transferido do bairro centro para uma Escola Municipal em outro bairro, bastante afastado de nossa escola.
O USE, atende a demanda de toda a população inclusive de cidades vizinhas; como possui poucos profissionais, apenas algumas pessoas conseguem atendimento.
O CAPS, (Centro de Atendimento Psicológico), dispõe de diversos profissionais, tais como psicólogos e psiquiatras, mas também não comporta a grande procura por atendimento especializado
Analisando esta pesquisa conclui qua neste município tem muito interesse e evoluçaõ quanto a crianças de inclusão porém as escolas estaduais ainda tem a necessidade de evoluir ou ter um apoio maior nesse avanço.Espero por esta conquista.


As leis sobre diversidade
Nem sempre quem tem deficiência está matriculado na escola regular. Para reverter esse quadro, é fundamental que pais e educadores conheçam a legislação.

Rampas de acesso: adaptar a estrutura física para possibilitar a locomoção de alunos e funcionários
que andam de cadeira de rodas é dever de toda escola. Desculpe, não estamos preparados. Pais de crianças com deficiência precisam saber: argumento como esse não pode impedir o filho de estudar. Professores e gestores devem lembrar: não há respaldo legal para recusar a matrícula de quem quer que seja. As leis que garantem a inclusão já existem há tempo suficiente para que as escolas tenham capacitado professores e adaptado a estrutura física e a proposta pedagógica. Não aceitar alunos com deficiência é crime, alerta Eugênia Augusta Gonzaga Fávero, procuradora da República em São Paulo. A legislação brasileira garante indistintamente a todos o direito à escola, em qualquer nível de ensino, e prevê, além disso, o atendimento especializado a crianças com necessidades educacionais especiais. Esse atendimento deve ser oferecido preferencialmente no ensino regular e tem nome de Educação Especial. A denominação é confundida com escolarização especial. Esta ocorre quando a criança freqüenta apenas classe ou escola que recebe só quem tem deficiência e lá aprende os conteúdos escolares. Isso é ilegal. Ela deve ser matriculada em escola comum, convivendo com quem não tem deficiência e, caso seja necessário, tem o direito de ser atendida no contraturno em uma dessas classes ou instituições, cujo papel é buscar recursos, terapias e materiais para ajudar o estudante a ir bem na escola comum. Esse acompanhamento a Educação Especial nada mais é que um complemento do ensino regular.
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Alguns estados, porém, estão reconhecendo essas escolas como de Ensino Fundamental Especial, o que não é previsto em lei, para facilitar o repasse de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), contrariando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). A situação pode mudar com a regulamentação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Segundo Cláudia Dutra, secretária de Educação Especial do Ministério da Educação, há negociações para aumentar o por- } centual diferenciado para o aluno com necessidades educacionais especiais. Os recursos devem financiar a escolarização da criança no ensino regular e o atendimento especializado em turno distinto. Se a rede não oferecer esse serviço, o repasse poderá ser feito para instituições sem fins lucrativos, desde que elas estabeleçam convênios com as Secretarias de Educação e cumpram exclusivamente o papel de apoiar a escolarização, e não de substituí-la, conclui Cláudia.
Várias leis e documentos internacionais estabeleceram os Direitos das pessoas com deficiência no nosso país.
1988
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; garante o direito à escola para todos; e coloca como princípio para a Educação o acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.
1989
LEI Nº 7.853/89
Define como crime recusar, suspender, adiar, cancelar ou extinguir a matrícula de um estudante por causa de sua deficiência, em qualquer curso ou nível de ensino, seja ele público ou privado. A pena para o infrator pode variar de um a quatro anos de prisão, mais multa.
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; garante o direito à escola para todos; e coloca como princípio para a Educação o acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.
1990
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA)
Garante o direito à igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, sendo o Ensino Fundamental obrigatório e gratuito (também aos que não tiveram acesso na idade própria); o respeito dos educadores; e atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular.
1994
DECLARAÇÃO DE SALAMANCA
O texto, que não tem efeito de lei, diz que também devem receber atendimento especializado crianças excluídas da escola por motivos como trabalho infantil e abuso sexual. As que têm deficiências graves devem ser atendidas no mesmo ambiente de ensino que todas as demais.
1996
LEI E DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LBD)
A redação do parágrafo 2o do artigo 59 provocou confusão, dando a entender que, dependendo da deficiência, a criança só podia ser atendida em escola especial. Na verdade, o texto diz que o atendimento especializado pode ocorrer em classes ou em escolas especiais, quando não for possível oferecê-lo na escola comum.
2000
LEIS Nº10.048 E Nº 10.098
A primeira garante atendimento prioritário de pessoas com deficiência nos locais públicos. A segunda estabelece normas sobre acessibilidade física e define como barreira obstáculos nas vias e no interior dos edifícios, nos meios de transporte e tudo o que dificulte a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios de comunicação, sejam ou não de massa.
2001
DECRETO Nº3.956 (CONVENÇÃO DA GUATEMALA)
Põe fim às interpretações confusas da LDB, deixando clara a impossibilidade de tratamento desigual com base na deficiência. O acesso ao Ensino Fundamental é, portanto, um direito humano e privar pessoas em idade escolar dele, mantendo-as unicamente em escolas ou classes especiais, fere a convenção e a Constituição

Estudo do caso
Vou observar uma aluna minha, a Aline. Da escola Genuíno Sampaio..Sem maiores detalhes eu perguntei a sua mãe se poderia falar dela neste trabalho e ela não se importou falar, pois penso que pode ser um caso , talvez um pouco diferente de outros.
Aline é uma menina de seis anos que ingressou nesta escola este ano, muito interessada e ativa, porém muito dependente de sua mãe. Necessita que a mãe a traga até a sala todos os dias, mostrando sua insegurança.
Nos primeiro dia de aula já percebi que Aline tem um braço “torto”não alertei o pequeno detalhe aos demais pensando em falar com sua mãe o fato.
Ela apresenta uma deficiência em seu bracinho direito.
Conversando com sua mãe e em seu relato, a menina tem paralisia em seu braço pois teve uma falha médica ao nascer.
Conversando aqui neste pólo a Sheila tem detalhes de atendimento no USI que me conseguirá seu aval.
Também a mãe não se nega em relatar ou me enviar um laudo médico
Quero observar o fato desta menina ao apresentar inseguranças, medo e poder ajudá-la no que se refere a auto estima ou dificuldades que apresenta devido ao seu braço.

Conversando com a mãe da menina, ela me passou que tem paralisia no braço direito e foi um erro médico ao nascer.Hoje não tem o que fazer.
A menina não tem vergonha ou qualquer discriminação de como é, se aceita e é feliz.Porém, seus familiares a superprotegem, ou seja, com apenas seis anos não tem limites e parece que pode fazer o que quer porque é a coitadinha.
Um fato que me chamou a atenção foi quando ela entrou em conflito com um menino machucando-o .Ao falar do fato com sua mãe ela nega tudo e sua mãe acredita na menina.Isto mostra que não tem limites porque talvez seja cômodo para a família usar como justificativa o seu problema.
Muitas vezes, mente para seus colegas para se defender, e não assumir seus atos.
Ela é uma menina que faz com capricho suas atividades e está quase alfabetizada que para mim é um progresso.Sei que é para a menina será dificil esta nova aprendizagem, pode ser lenta, mas com o apoio da família poderia ser um avanço.

Esta semana me surpreendi com um acontecido desta menina. Percebi que possuia mais de cem reais em sua mochila. No momento tive que pensar bem no que faria.
Chamei-a perto de mim e conversei com ela a a respeiato do dinheiro, novamente negando, disse que não o possuía. Pedi para que eu o guardaria com segurança e na saida eu lhe entregaria. Ela concordou mas não queria me dar as duas "oncinhas". Com muita conversa e paciência nos acertamos, guardei e quando no final da aula entreguei para sua mãe o dinheiro, que esta estava apavorada me dizendo que em casa ela estava brincando com o dinheiro,que recebera de seu pai.Novamente conversei com sua mãe e perguntei se dinheiro é brinquedo para uma criança brincar, ela não gostou mas está pecebendo que juntas temos que dar limites á ela.Foi produtiva nossa conversa pois percebo a mudança(lentamente) em sala de aula.
Fiz uma brincadeira em sala de aula, onde os meninos deveriam mentir entre eles e as meninas teriam que usar só as verdades. Foi uma atividade interessante e argumentada em suposições. Meu objetivo era de fazerem perceber da importância da verdade.Perceberam que o melhor é usar a verdade.
Perguntei individualmente para minha menina do caso, se ela ainda prefere mentir, abanando sua cabecinha e pensando muito.
Esta semana coloquei-a num grupo de alunos, que sei que ela irá se sociabilizar melhor poder trocar e aprender com eles pois penso que o social deve contribuir para a aprendizagem. Trabalho com agrupos áulicos e cada grupo possui quatro elementos no total de seis gruposna sala, é muito boa esta dinâmica.
Conversei com minha orientadora educacional, para também saber do caso da menina pois pode me orientar quando necessário pois somos um grupo pois não estou sozinha na escola.
Nossa fala foi boa onde ela pode conhecer e conversar com esta menina.

DEFICIÊNCIAS
Deficiente
quem não consegue modificar sua vida aceitando as imposições de
outras pessoas ou da sociedade em que vive sem ter consciência de que é
dono do seu destino
Louco
quem não procura ser feliz com o que possui
Cego
aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só
tem olhos para seus míseros problemas
Surdo
aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo
de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho
Mudo
aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da
máscara da hipocrisia.
Anão
é quem não sabe deixar o amor crescer, CULTIVA O ÓDIO,
finalmente a pior das deficiências é ser MISERÁVEL
pois "MISERÁVEIS" são todos que não conseguem falar com Deus.
( Ghandi )

AVALIAÇÃO
Depois de ler os textos estudados, vídeos e discussões, percebo o quão importante são para a minha concepção de educadora. No decorrer do meu dossiê, percebi que a inclusão seria o ideal, mas com a estrutura das instituições e falta de investimentos do poder público seria impossível, até que certo ponto irresponsável,não vejo nas escolas atendimento ás crianças “especiais”, nossas turmas regulares são numerosas, escolas sucateadas e professores mal remunerados e na maioria desiludidos com a educação. Encaro hoje a inclusão, como um meio de o poder público passar a responsabilidade com a educação especial para as instituições educacionais.A lei existe no papel, a falta de apoio das famílias, dos professores e de todos aqueles que ficam na linha de frente desta batalha desigual. Parece que vivenciamos dois mundos totalmente diferentes um o idealizado, o mundo das palestras e rodas de discussões, o outro o mundo real, desigual e cruel. Poucos são os felizardos que conseguem um atendimento como os previstos na lei. Ainda há muita diferença na educação para pessoas portadoras de necessidades especiais, entre aqueles que podem pagar e daqueles que dependem do ensino público e gratuito. A discussão, o conhecimento da lei e as devidas cobranças pela sociedade farão com que a utopia se transforme num sonho possível de se realizar, cabe, portanto, a nós educadores e formadores de opinião cobrar atitudes não só de nossas escolas, mas da sociedade como um todo. Não adianta nos lamentarmos e aceitar tudo como está. Sei que não é um processo fácil, eu mesma me sinto um tanto despreparada para lidar com estas situações, mas as leituras me apontaram algumas saídas e estratégias passíveis de serem tomadas, por mais cruel que seja a situação dos alunos com necessidades especiais, ainda se aponta uma saída, mesmo que a luz esteja apenas no fim do túnel. Finalizando minha postagem quero agradecer ao meu filho pela pessoa que é, mesmo não tendo necessidades especiais cognitivas e motoras, também precisa ter uma boa estrutura e atendimento do poder público em suas necessidades de saúde e educação.
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Comments (3)
liliana said
at 9:42 pm on Apr 22, 2009
Regina
gostei dos teus relatos..mostram uma sensibilidade que te é característica. E hoje? como estão teus alunos? não tens nenhum caso com necessidades especiais? Na tua escola? Podes complementar teu relato já com a unidade 2 mostrando o que existe no teu municipio...aguardo para saber mais da tua realidade
abaços
liliana
Maria del Carmen Cabrera Martins said
at 11:35 pm on May 3, 2009
Regina, por favor enumera as atividades assim fica mais facil localiza-las
Abraços
Maria del Carmen
liliana said
at 10:57 pm on Jun 24, 2009
Oi Regina
acho que para complementar podes mostrar algum exemplo de atividade proposta para a aluna e realizada pela mesma
abracos
liliana
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